Projeto de visão computacional
Como funciona um projeto de visão computacional industrial
Do primeiro contacto à operação contínua. Esta página descreve o caminho completo, o que esperamos de si em cada etapa e onde um projeto costuma bloquear.
Sem compromisso. A conversa de diagnóstico demora cerca de 30 minutos.
As etapas de um projeto
A ordem importa: cada etapa existe para evitar que a seguinte seja feita às cegas.
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Diagnóstico
Cerca de 30 minutos para compreender a linha, o que fica invisível hoje e que resultado justifica o projeto. Saímos com uma hipótese do que deve ser detetado, medido ou registado.
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Recolha de imagens
Usamos imagens que já possui ou captamos no chão de fábrica. Aqui importam variação de turno, iluminação, sujidade e casos raros — não o cenário ideal.
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Prova de viabilidade
Um recorte do problema é testado com dados reais para responder a uma pergunta simples: o padrão é distinguível na imagem? Um resultado negativo aqui poupa o resto do projeto.
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Definição de hardware
Só depois da viabilidade escolhemos câmaras, lentes, iluminação e onde corre o processamento. Muitas plantas aproveitam parte da infraestrutura existente.
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Treino do modelo
O modelo é treinado com dados anotados da sua operação e classes definidas com quem conhece o processo. A ambiguidade de classe resolve-se aqui, não depois.
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Validação
Comparação com a inspeção atual, em condições de produção. Definimos em conjunto o que é um falso positivo aceitável e um falso negativo inaceitável — têm custos diferentes.
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Integração
Os eventos passam a alimentar MES, ERP ou SCADA por API, ou um dashboard próprio quando não existe sistema para os receber.
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Operação
O sistema corre na linha, a gerar alertas, evidência visual e indicadores. Nesta fase o objetivo é que a equipa confie no que o ecrã mostra.
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Manutenção
Produto novo, fornecedor novo ou mudança de iluminação alteram o que a câmara vê. Modelos em produção são monitorizados e reajustados quando o cenário muda.
O que precisamos de si
A parte do trabalho que não conseguimos fazer sozinhos.
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Acesso ao processo
Uma visita, um vídeo ou fotografias suficientes para compreender a linha em operação real.
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Um critério de sucesso
O que deve ser detetado e o que acontece hoje quando isso passa despercebido.
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Alguém que conheça o processo
Definir classes e resolver ambiguidade exige quem convive com o produto todos os dias.
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Espaço para variação
Imagens de turnos, lotes e condições diferentes valem mais do que muitas imagens iguais.
Onde os projetos costumam bloquear
Os quatro motivos mais frequentes, e a razão de ser da ordem das etapas acima.
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Padrão não distinguível na imagem
Se o defeito não aparece de forma consistente na captura, nenhum modelo resolve. É o que a prova de viabilidade testa primeiro.
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Critério que muda a meio
Quando a definição de defeito muda a cada revisão, o dataset perde consistência e o modelo aprende ruído.
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Ausência de casos raros
Defeitos que acontecem pouco costumam ser os caros. Sem exemplos deles, não há o que aprender.
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Nenhum destino para o alerta
Um evento detetado que ninguém recebe não muda o resultado da linha. A integração tem de ser decidida cedo.
Perguntas frequentes sobre o projeto
O que costuma ser perguntado antes da primeira conversa.
Quanto tempo demora um projeto completo?
Depende da complexidade e da disponibilidade de imagens. O prazo é estimado na proposta, depois do diagnóstico e da análise de viabilidade — estimar antes disso seria adivinhar.
É possível começar em pequeno?
Sim. O caminho habitual é uma prova de conceito num ponto da linha, com âmbito estreito, antes de qualquer investimento em hardware.
Precisamos de uma equipa de dados?
Não. Tratamos da recolha, anotação, treino e validação. O que precisamos do seu lado é conhecimento do processo.
O que acontece se a viabilidade for negativa?
Dizemos isso e explicamos porquê. Um parecer de inviabilidade custa muito menos do que um projeto que não entrega.
Fale com a nossa equipa
Vamos compreender o seu desafio
Prefere agendar a conversa de diagnóstico? Use o link de agendamento. Ou preencha o formulário — a nossa equipa técnica responde.